Total em 1 parcela: R$89,90R$89,90R$89,90com todos os cartões.
O desconto será aplicado sobre o valor do produto (sem frete) ao escolher o meio de pagamento.
Não acumulável com outras promoções
Ou pague em
1xdeR$89,90
sem juros
Total R$89,90
2xdeR$44,95
sem juros
Total R$89,90
3xdeR$29,97
sem juros
Total R$89,90
4xdeR$22,48
sem juros
Total R$89,90
5xdeR$17,98
sem juros
Total R$89,90
7xdeR$15,52
Total R$108,64
Boleto
10% de desconto pagando com Boleto
Total: R$89,90R$80,91R$89,90
O desconto será aplicado sobre o valor do produto (sem frete) ao escolher o meio de pagamento.
Não acumulável com outras promoções
Pix
10% de desconto pagando com Pix
Total: R$89,90R$80,91R$89,90
O desconto será aplicado sobre o valor do produto (sem frete) ao escolher o meio de pagamento.
Não acumulável com outras promoções
Descrição
Contundente retrato do Brasil durante a pandemia de gripe espanhola, A bailarina da morte investiga a doença mortal que há um século assombrou a humanidade e revela trágicas semelhanças com a covid-19.
No início do século XX, uma doença chegou ao Brasil a bordo de navios vindos da Europa. A gripe espanhola, como ficou conhecida a explosão pandêmica de uma mutação particularmente letal do vírus H1N1, matou dezenas de milhares de pessoas no país e cerca de 50 milhões no mundo inteiro.
Altamente contagiosa, a moléstia atingiu todas as regiões brasileiras. A “influenza hespanhola” paralisou a economia e desnudou a precariedade dos serviços de saúde. Disputas políticas e atitudes negacionistas de médicos e governantes potencializaram o massacre, que vitimou sobretudo os pobres. Iludida por estatísticas maquiadas e falsas curas milagrosas, a população ficou à mercê do vírus até o súbito declínio da epidemia, no começo de 1919.
A partir de um vasto acervo de fontes e imagens da época, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling recriam o cotidiano da vida e da morte durante o reinado de terror da "gripe bailarina", uma das maiores pandemias da história.
“Um atestado visceral de que não se lembrar da própria história é condenar-se a repeti-la. Nesta história com toques de ciência e por vezes ciência em contexto histórico, temos uma oportunidade para reconhecer que já estivemos aqui antes, numa pandemia que de fato concluiu um século. Quem sabe desta vez aprendemos a lição?” — Suzana Herculano-Houzel
“Entre negação da ciência, curas milagrosas e uma doença que escancarou as desigualdades sociais da época, os historiadores do futuro, ao analisar a brilhante obra de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling sobre a pandemia de 1918 — escrita durante a pandemia de 2020 —, indagarão, perplexos: Mas como pode ser possível que, em cem anos, não aprenderam nada?” — Natalia Pasternak
“Em um mundo já fragilizado pela Primeira Grande Guerra, a gripe espanhola colocou em evidência a vulnerabilidade humana diante de um novo vírus. Este livro narra com maestria as rotas e a velocidade de disseminação da doença, ao mesmo tempo em que acentua as dificuldades e os equívocos para seu enfrentamento no Brasil oligárquico da Primeira República. Convida-nos a refletir sobre o valor da imaginação histórica para a abordagem da crise contemporânea.” — Nísia Trindade Lima
Informações sobre o Livro
Título do livro : A bailarina da morte Subtítulo do livro : A gripe espanhola no Brasil Autor : Moritz Schwarcz, Lilia Idioma : Português Editora do livro : Editora Schwarcz SA Capa do livro : Mole Ano de publicação : 2020 Quantidade de páginas : 368 Altura : 140 mm Largura : 210 mm Peso : 449 g Coautores : Murgel Starling Heloisa Data de publicação : 09-10-2020 Gênero do livro : Ciências Humanas e Sociais Características:Título do livro: A bailarina da morteSubtítulo do livro: A gripe espanhola no BrasilAutor: Moritz Schwarcz, LiliaIdioma: PortuguêsEditora do livro: Editora Schwarcz SACapa do livro: MoleAno de publicação: 2020Quantidade de páginas: 368Altura: 140 mmLargura: 210 mmPeso: 449 gCoautores: Murgel Starling HeloisaData de publicação: 09-10-2020Gênero do livro: Ciências Humanas e Sociais